Contexto: a porto teve a ideia (antes mesmo da internet se tornar central no dia a dia), de recompensar bons motoristas com base no seu comportamento no trânsito. Um conceito de gamificação de seguro pouco comum na época.
Desafio: fazer um motorista se importar frequentemente com sua pontuação no app, sem que isso soasse punitivo ou vigilância.
O que eu fiz: como UX Writer na Sioux, gamificamos a jornada no app. Desde a forma de como a pontuação era comunicada, as conquistas eram celebradas e como as recompensas eram apresentadas, sempre buscando um tom positivo e motivador em vez de punitivo.
Resultado o projeto reforçou uma lição que carrego até hoje: gamificação bem-feita depende muito mais de como você fala do progresso do que da mecânica de pontos em si. A funcionalidade teve tanta adesão que virou um app próprio.
Desafio: fazer um motorista se importar frequentemente com sua pontuação no app, sem que isso soasse punitivo ou vigilância.
O que eu fiz: como UX Writer na Sioux, gamificamos a jornada no app. Desde a forma de como a pontuação era comunicada, as conquistas eram celebradas e como as recompensas eram apresentadas, sempre buscando um tom positivo e motivador em vez de punitivo.
Resultado o projeto reforçou uma lição que carrego até hoje: gamificação bem-feita depende muito mais de como você fala do progresso do que da mecânica de pontos em si. A funcionalidade teve tanta adesão que virou um app próprio.







